Reeleito para 6º mandato, Vander segue líder na conquista de recursos para MS

Reeleito para 6º mandato, Vander segue líder na conquista de recursos para MS

Dados do portal Siga Brasil, do Senado, que monitora a execução do orçamento federal, apontam que o deputado federal Vander Loubet (PT-MS) segue líder do ranking de pagamento de emendas parlamentares individuais para Mato Grosso do Sul.

Esse desempenho na conquista de recursos para o Estado e os municípios se traduz na aprovação da população: Vander se tornará o primeiro deputado federal a ter seis mandatos consecutivos pelo MS. Reeleito no pleito de 2 de outubro com 76.571 votos – a quarta melhor votação das eleições deste ano – ele iniciará o novo mandato em 1º de fevereiro de 2023.

O Siga Brasil analisa as emendas apresentadas e executadas desde janeiro de 2017. Até 17 de outubro deste ano, Vander já assegurou R$ 72,5 milhões em recursos.

  1. Deputado Vander Loubet = R$ 72,5 milhões
  2. Deputado Dagoberto Nogueira = R$ 71,8 milhões
  3. Senadora Simone Tebet = R$ 63,5 milhões
  4. Senador Nelsinho Trad = R$ 40,5 milhões
  5. Deputado Fábio Trad = R$ 38,3 milhões
  6. Ex-deputado Zeca do PT = R$ 37,5 milhões
  7. Deputado Loester Trutis = R$ 37,2 milhões
  8. Ex-deputado Elizeu Dionizio = R$ 36,3 milhões
  9. Deputada Rose Modesto = R$ 35,9 milhões
  10. Ex-deputado Geraldo Resende = R$ 35,1 milhões

Os mandatos de Vander se notabilizaram justamente por sua capacidade de diálogo com prefeitos, vereadores e lideranças, dos mais variados espectros políticos, e sua habilidade em trazer recursos e investimentos federais para Mato Grosso do Sul.

O deputado petista finaliza explicando que prioriza a busca por recursos que beneficiam as comunidades naquilo que mais necessitam no cotidiano: saúde, saneamento básico, educação, infraestrutura urbana, esporte e lazer, habitação, assistência social e agricultura familiar. “As emendas incorporam reivindicações da sociedade e representam um reforço nos caixas do Estado e, principalmente, dos municípios, que são os mais afetados pelas crises”, conclui.

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